Uma espera que parece interminável... Custa-me sair fora de casa. Não posso fazer grande coisa.
Na primeira gravidez, estive em forma até à última hora. Na véspera do 14, fui sozinha de autocarro até ao bairro Montparnasse (onde tem o célebre arranha-céu, o primeiro em Paris), comprei uma prenda que ainda me faltava para oferecer no Natal, entrei em algumas lojas, fiz bicha no Starbucks para comprar um muffin (e ninguém me deixou passar à frente), fiz compras no supermercado, e mal sabia que passado 12 horas a bolsa das águas iria romper-se... Neste momento, seria incapaz de fazer tanta coisa, nem metade.
Vamos ver quanto tempo a Alexandra ainda aguenta "ao quente"e como vão correr as últimas horas (contrações? ruptura da bolsa das águas? ...). Estou muito curiosa em saber!

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